Como a Capcom saiu do fundo do poço e virou uma das melhores empresas da indústria gamer
A Capcom já foi uma das empresas mais respeitadas da indústria gamer, mas no começo dos anos 2010 acabou entrando em uma fase extremamente complicada. Jogos como Resident Evil 6 e Street Fighter V receberam fortes críticas, principalmente por decisões que desagradaram os fãs e deram a sensação de que a empresa estava perdendo sua identidade.

A grande virada começou com a criação da RE Engine, motor gráfico próprio da Capcom desenvolvido durante a produção de Resident Evil 7: Biohazard. Mais do que melhorar gráficos, a tecnologia mudou completamente a forma como a empresa produzia seus jogos, trazendo mais qualidade, otimização e consistência.
Com isso, a Capcom iniciou uma sequência impressionante de acertos. Jogos como Resident Evil 2, Resident Evil 4, Devil May Cry 5 e Monster Hunter: World mostraram que a empresa havia recuperado a confiança do público e voltado a entregar títulos de alto nível.
Além de revitalizar franquias clássicas, a Capcom também mostrou capacidade de inovar com projetos como Pragmata e o retorno de Onimusha: Way of the Sword. Hoje, a empresa consegue equilibrar nostalgia e inovação de uma forma que poucas desenvolvedoras conseguem alcançar.
Depois de anos sendo alvo de críticas, a Capcom reconquistou algo raro na indústria dos games: a confiança dos jogadores. E tudo isso aconteceu não por promessas ou marketing, mas simplesmente por entregar jogo bom atrás de jogo bom.
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